sexta-feira, 17 de junho de 2011

Moda para homens muito magros - camisa xadrez


Recentemente um amigo mandou alguns torpedos pedindo dicas para comprar uma camisa xadrez. É que além de entender um pouco de moda, eu tenho estilo... (KKKK desculpa Lucas, não podia perder essa!)

Além de que, rescentemente alguns leitores do blog pediram mais dicas sobre o assunto.

Vamos lá:

Foi-se o tempo em que xadrez era coisa de caipira e para festa junina.

Durante o verão essa peça esteve super em alta e vai permanecer durante inverno e se for parecida com toalha de pic nic, melhor ainda.


A variação de tendências de moda pra nós homens são menores que as para mulheres e as peças coringas de uma estação estão migrando para as seguintes, o que é uma vantagem imensa pra quem tem o orçamento curto e não pode renovar o guarda-roupa a cada seis meses.

Uma boa costureira faz um ótimo trabalho por pelo menos a metade do preço, além da vantagem de ter uma peça exclusiva.

Para o verão sugiro peças de algodão e tecidos leves e para o inverno tecidos mais pesados como a flanela.

A cor vermelha, laranja, cinza e roxo são tendência, o que não impede de optar por outros tons.


A camisa xadrez pode ser usada aberta ou fechada, com ou sem sobreposição, manga longa ou curta, com bermuda ou calça.


O xadrez ainda pode estar em outras peças como calça, bermuda e tênis que devem ser usados com sincronia para não sobrecarregar o look.



Para sair do obvio há a opção das listras que usadas com prudência (as verticais emagrecem e as horizontais engordam) dão um resultado legal


e para os mais ousados, sugiro bolinhas.


As camisas jeans também vem com tudo do verão para o inverno e que por serem básicas nunca saem de moda.


Não existe regra na hora de se vestir, mas o bom senso é altamente recomendável.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

pensamentos e pensadores


NÃO HÁ LIMITES PARA APROVEITAR O QUE A VIDA OFERECE DE MELHOR!
(Não lembro quem é o autor, seria eu?)

DICAS PARA CURTIR FOSSA



Sabe aquela melancolia que a gente sente quando briga com a namorada(o) ou leva fora de alguém e nos deixa indisposto para fazer qualquer coisa?

Pessoas que passam por esses momentos, costumamos dizer que estão curtindo fossa.

Assim como tudo na vida, os momentos de fossa são passageiros. Dizem os mais vividos que esses momentos de melancolia não devem ser ignorados para que a superação aconteça mais rápido.

Se essa é uma situação da vida que não devemos nos abster, então que seja vivida com categoria e dignidade.

É possível notar por algumas postagens anteriores que eu sou especialista no assunto (ninguém merece), então resolvi contribuir com algumas sugestões para os momentos de fossa alheio.

MÚSICAS NACIONAIS PARA CURTIR FOSSA

1- Não é fácil – Marisa Monte

2- Se – Djavan

3- Sozinho – Caetano Veloso (essa é de cortar os pulsos)

4- Na sua estante – Pitty

5- Exagerado – Cazuza (por incrível que pareça, pra mim é música de fossa)

FILMES PARA CURTIR FOSSA

1- PS: eu te amo - 2007

2- A casa do lago – 2006

3- Antes que o dia termine - 2004

4- Tudo por amor - 1991

5- Ghost – do outro lado da vida – 1990

(Ok... eu sei... to meio desatualizado nos filmes né?)

COMIDAS PARA CURTIR FOSSA

1- Brigadeiro de colher

2- Pipoca com leite condensado

3- Sorvete de chocolate com calda de chocolate (comer direto no pote)

4- Batatas (Chips, Pringles etc.) e refrigerante

5- Pizza quatro queijos

(É lógico que comida para curtir fossa engorda)

E depois de tudo isso, se você sobreviver (todos sobrevivem), é preciso dar continuidade na vida. E não há nada que um banho, uma roupa bacana e gente interessante não possam fazer para um recomeço.

PS: Sugiro que evite relacionamentos intensos logo após um período de fossa.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

O vendedor de sonhos - O chamado, A. Cury



(...) Olha, meu amigo, não sei se somos anarquistas. O que sei é que até há pouco tempo eu não sabia dizer quem eu era.

E agora sabe? - perguntou o entrevistador curioso. Mas nosso amigo deu um nó na mente dele.

Agora? Sei menos ainda. Não sei quem sou nem o que sou, pois o que pensava que era não é o que sou. Estou me desintoxicando do que era para ser o que sou. Não compreendo ainda quem sou, mas estou à procura de mim. Tá entendendo?

Não! - respondeu o repórter saturado de dúvidas.

Bartolomeu reagiu aliviado, dizendo:

Ufa! Que maravilha! Pensei que só eu não entendia (...)

sábado, 9 de abril de 2011

não é fácil - marisa monte




Não é fácil

Não pensar em você

Não é fácil

É estranho

Não te contar meus planos

Não te encontrar



Todo dia de manhã

Enquanto tomo meu café amargo

É, ainda boto fé

De um dia te ter ao meu lado



Na verdade eu preciso aprender

Não é fácil, não é fácil



Onde você anda

Onde está você

Toda vez que saio

Me preparo pra talvez te ver



Na verdade eu preciso esquecer

Não é fácil, não é fácil



Todo dia de manhã

Enquanto tomo meu café amargo

É, ainda boto fé

De um dia te ter ao meu lado



O que eu faço

O que posso fazer?

Não é fácil

Não é fácil



Se você quisesse ia ser tão legal

Acho que eu seria mais feliz

Do que qualquer mortal



Na verdade não consigo esquecer

Não é fácil

É estranho




sobre liz taylor


Tenho um amigo que ficou surpreso pela repercussão da morte da atriz hollywoodiana Elizabeth Taylor, alguém que ele nunca tinha ouvido falar e nunca assistido um filme do qual ela fizesse parte do elenco.
Não o culpo, além não de não atuar há anos, a estrela faz parte de uma fase do cinema que nossa geração pouco teve contato.
Nada sei sobre cinema e menos ainda sobre a carreira de Liz Taylor, mas pelas contadas notícias que li sobre sua morte, pude entender a razão de tanta comoção.
No período em que a atriz fez história, o cinema ainda era arte, as atrizes eram naturalmente belas; os galãs não eram apáticos, Hollywood trazia em si uma verdadeira fábrica de sonhos e o glamour era componente permanente do contexto.
Ao contrário de hoje que o cinema virou uma indústria sem senso de estética, em que os atores dividem-se nas categorias de pseudocelebridades (atores que tem mais potencial comercial que talento), subcelebridades (atores que vagueiam no limbo entre a fama e o anonimato) e a pior de todas, as celebridades instantâneas (anônimos sem nada a oferecer que desfrutam seus cinco minutos de fama usurpados de uma nudez gratuita ou de um reality show qualquer).
 Na atual fase do cinema as belezas são artificiais, quando não virtuais. Recursos tecnológicos são cada vez mais comuns, muito em breve contaremos com elencos compostos por atores virtuais desenvolvidos num aplicativo qualquer do Windows (considerando o parágrafo anterior, isso não seria má idéia).
Conflitos, “testes do sofá”, drogas, perversões e escândalos sempre existiram e farão parte de qualquer meio, seja a época que for, porém anteriormente aconteciam com mais charme e menos apelo popular.
Elizabeth Taylor foi uma atriz que fez jus a sua estrela na calçada da fama e que faz parte dos alicerces do cinema mundial, com a morte da atriz o cinema perde parte de sua erudição, da sua magia, torna-se menos glamouroso e aproxima-se ainda mais da banalidade. Eis a razão de tamanho pesar.