Mostrando postagens com marcador cultura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cultura. Mostrar todas as postagens

domingo, 10 de julho de 2011

Notívagos Burlescos, ATIVAR!!!

A ADRENALINA do backstage, a TENSÃO das coxias e os APLAUSOS da platéia, isso é TEATRO!

Tive a oportunidade de ter todas essas sensações no último dia três na apresentação e conclusão do primeiro ciclo de oficinas 2011 dos Notívagos Burlescos.



Participantes e coordenadores das oficinas do primeiro semestre de 2011


Fiz parte do elenco que compôs a cena 'O bolo' sob a coordenação de Erick de Barros, que foi desenvolvida no estudo de técnicas de improviso para a criação de cenas no núcleo de improviso. Segue algumas fotos:

Johnny Faustino (policial) e Júlia Abreu Coelho (esposa)

Guilherme Muniz (farmacêutico) e Alice Leme (esposa)

Nathália Santos (esposa) e Rodrigo Ribeiro (filho)

Luiz Cláudio (marido)
 Estão abertas as inscrições para as oficinas do segundo semestre e em andamento os workshops do mês de julho, mais informações no blog do Notívagos Burlescos http://www.notivagosburlescos.blogspot.com/

sábado, 9 de abril de 2011

sobre liz taylor


Tenho um amigo que ficou surpreso pela repercussão da morte da atriz hollywoodiana Elizabeth Taylor, alguém que ele nunca tinha ouvido falar e nunca assistido um filme do qual ela fizesse parte do elenco.
Não o culpo, além não de não atuar há anos, a estrela faz parte de uma fase do cinema que nossa geração pouco teve contato.
Nada sei sobre cinema e menos ainda sobre a carreira de Liz Taylor, mas pelas contadas notícias que li sobre sua morte, pude entender a razão de tanta comoção.
No período em que a atriz fez história, o cinema ainda era arte, as atrizes eram naturalmente belas; os galãs não eram apáticos, Hollywood trazia em si uma verdadeira fábrica de sonhos e o glamour era componente permanente do contexto.
Ao contrário de hoje que o cinema virou uma indústria sem senso de estética, em que os atores dividem-se nas categorias de pseudocelebridades (atores que tem mais potencial comercial que talento), subcelebridades (atores que vagueiam no limbo entre a fama e o anonimato) e a pior de todas, as celebridades instantâneas (anônimos sem nada a oferecer que desfrutam seus cinco minutos de fama usurpados de uma nudez gratuita ou de um reality show qualquer).
 Na atual fase do cinema as belezas são artificiais, quando não virtuais. Recursos tecnológicos são cada vez mais comuns, muito em breve contaremos com elencos compostos por atores virtuais desenvolvidos num aplicativo qualquer do Windows (considerando o parágrafo anterior, isso não seria má idéia).
Conflitos, “testes do sofá”, drogas, perversões e escândalos sempre existiram e farão parte de qualquer meio, seja a época que for, porém anteriormente aconteciam com mais charme e menos apelo popular.
Elizabeth Taylor foi uma atriz que fez jus a sua estrela na calçada da fama e que faz parte dos alicerces do cinema mundial, com a morte da atriz o cinema perde parte de sua erudição, da sua magia, torna-se menos glamouroso e aproxima-se ainda mais da banalidade. Eis a razão de tamanho pesar.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Carinhoso - Pixinguinha



Meu coração, não sei por que

Bate feliz quando te vê

E os meus olhos ficam sorrindo

E pelas ruas vão te seguindo

Mas mesmo assim

Foges de mim



Ah se tu soubesses como sou tão carinhosa

E o muito, muito que te quero

E como é sincero o meu amor

Eu sei que tu não fugirias mais de mim



Vem, vem, vem, vem

Vem sentir o calor dos lábios meus a procura dos teus

Vem matar essa paixão que me devora o coração

E só assim então serei feliz

Bem feliz



Ah se tu soubesses como sou tão carinhosa

E o muito, muito que te quero

E como é sincero o meu amor

Eu sei que tu não fugirias mais de mim



Vem, vem, vem, vem

Vem sentir o calor dos lábios meus a procura dos teus

Vem matar essa paixão que me devora o coração

E só assim então serei feliz

Bem feliz

sábado, 11 de dezembro de 2010

Para refletir:


"Porque você é importante, todas as coisas que faz se tornam importantes também."
Livro 'A cabana'

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Teatro



Diga NÃO a autocensura.

Reflexo que não conhecia - alice leme


Estava em minha frente o reflexo de uma pessoa que eu não conhecia,
Não sei da onde surgiu ou como se criou,
Mas estava ali e olhando para mim.
Seus grandes olhos negros como a noite e cabelos caídos em seus ombros,
Um corpo estranho e uma sensação de desgosto surgiu em meu coração,
Minhas mãos frias e meu corpo tremendo,
Vendo aquele reflexo que tanto me dava medo.
Fecho meus olhos e tento despertar deste sonho que está se formando em pesadelo,
Mas nada me acorda e eu não volto,
Vou correndo e tudo que olho a minha volta esta se formando em meu reflexo.
Estou me perdendo para mim mesma, para o lugar mais obscuro que existe no mundo.
Estou me perdendo para minha mente e sendo feita de escrava pelo meu coração.
Estou sendo algemada e massacrada, por não aceitar ser do jeito que sou.
Estou me perdendo e o reflexo continua a me seguir.
Eu já não sei quem é ela, pois me perdi no caminho até aqui.
Esse reflexo que tanto me persegue, pode ser a minha cura.
Mas o mantenho tão longe que não sei por onde anda e que horas volta.
Mas tenho certeza de que vou achá-lo, vou achar o meu reflexo.
Assim que voltar a me olhar no espelho,
E já não me olhar mais com os olhos de outra pessoa.

A. L

terça-feira, 2 de novembro de 2010

O ator


"Por mais que as cruentas e inglórias batalhas do cotidiano tornem um homem duro ou cínico o suficiente para ele permanecer indiferente às desgraças ou alegrias coletivas, sempre haverá no seu coração, por minúsculo que seja, um recanto suave onde ele guarda ecos dos sons de algum momento de amor que viveu na sua vida.



Bendito seja quem souber dirigir-se a esse homem que se deixou endurecer, de forma a atingí-lo no pequeno núcleo macio de sua sensibilidade e por aí despertá-lo, tirá-lo da apatia, essa grotesca forma de autodestruição a que por desencanto ou medo se sujeita, e inquietá-lo e comovê-lo para as lutas comuns da libertação.



Os atores têm esse dom. Eles têm o talento de atingir as pessoas nos pontos onde não existem defesas. Os atores, eles, e não os diretores e autores, têm esse dom. Por isso o artista do teatro é o ator.



O público vai ao teatro por causa dos atores. O autor de teatro é bom na medida em que escreve peças que dão margem a grandes interpretações dos atores. Mas o ator tem que se conscientizar de que é um cristo da humanidade e que seu talento é muito mais uma condenação do que uma dádiva. O ator tem que saber que, para ser um ator de verdade, vai ter que fazer mil e uma renúncias, mil e um sacrifícios. É preciso que o ator tenha muita coragem, muita humildade e, sobretudo um transbordamento de amor fraterno para abdicar da própria personalidade em favor da personalidade de sua personagem, com a única finalidade de fazer a sociedade entender que o ser humano não tem instintos e sensibilidade padronizados, como os hipócritas com seus códigos de ética pretendem.



Eu amo os atores nas suas alucinantes variações de humor, nas suas crises de euforia ou depressão. Amo o ator no desespero de sua insegurança, quando ele, como viajante solitário, sem bússola da fé ou da ideologia, é obrigado a vagar pelos labirintos de sua mente, procurando no seu mais secreto íntimo afinidades com as distorções de caráter que seu personagem tem. E amo muito mais o ator quando, depois de tantos martírios, surge no palco com segurança, emprestando seu corpo, sua voz, sua alma, sua sensibilidade para expor sem nenhuma reserva toda a fragilidade do ser humano reprimido, violentado. Eu amo o ator que se empresta inteiro para expor para a platéia os aleijões da alma humana, com a única finalidade de que seu público se compreenda, se fortaleça e caminhe no rumo de um mundo melhor que tem que ser construído pela harmonia e pelo amor. Eu amo os atores que sabem que a única recompensa que podem ter não é o dinheiro, não são os aplausos. É a esperança de poder rir todos os risos e chorar todos os prantos. Eu amo os atores que sabem que no palco cada palavra e cada gesto são efêmeros e que nada registra nem documenta sua grandeza. Amo os atores e por eles amo o teatro e sei que é por eles que o teatro é eterno e que jamais será superado por qualquer arte que tenha que se valer da técnica mecânica."



Plínio Marcos

Teatro

Semana passada durante minha aula de teatro me lembrei de uma das lições mais importantes que aprendi na faculdade...

"A liberdade do homem está na sua capacidade de reflexão."

E que a reflexão só faz sentido se for coroada pelo diálogo.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Teatro

Acabei de chegar do teatro...


As aulas de teatro nos faz buscar o fundamento do que sentimos, a razão das sensações físicas e psicológicas que temos, pois isso nos ajudará na construção de um personagem.
É uma tentativa de mensurar e saborear o intangível.
O mal de tal exercício é que além de ficar mais sensível aos bons momentos da vida, os ruins também se tornam mais latentes.

Manifesto do Teatro Periférico

Material retirado do blog dos notívagos burlescos.
(Clique na imagem para visualizar o arquivo em tamanho original)


domingo, 19 de setembro de 2010

Releitura - Monalisa, Leonardo Da Vinci

Todo mundo já deve ter ouvido falar ou visto (pelo menos em foto) o enigmático sorriso de Monalisa.
Esta provavelmente é a obra mais polêmica e famosa do pintor italiano Leonardo Da Vinci.
Os mistérios que envolvem as técnicas artísticas usadas e as prováveis mensagens sub-liminares fazem desta obra um referencial, em razão disso, as releituras feitas por outros artistas também consagrados e por desocupados criativos com Photoshop na mão são inevitáveis.
Logo abaixo está a obra original seguida de suas releituras.

Versão Original

Versão Matt Groening - criador dos Simpsons

Versão Roy Lichtenstein

Versão nua - feita por um discípulo de Da Vinci

Versão Fernando Botero

Versão Pablo Picasso

Versão feita por um aluno do 2º E da Escola Campesina

Versão Playmobil

Versão 'O exorcista'

Versão 'Rei do Pop'
 Fonte: Google imagens 

TEATRO:

sentir e fazer

QUADRILHA DE TEATRO NOTÍVAGOS BURLESCOS


Durante a minha busca por um novo ser, encontrei com a Quadrilha de Teatro Notívagos Burlescos, um grupo teatral daqui de Botucatu que oferece oficinas teatrais para aspirantes a atores e curiosos (me enquadro no segundo grupo).
Na oficina de iniciação (gratuita e indicada para quem não tem experiência nenhuma) são propostos jogos e exercícios que levam o aluno a se conhecer, a reconhecer o ambiente em que vivem e conhecer as pessoas com quem vivem. Degustar e experimentar cada momento e situação como se fosse o primeiro contato.

A interpretação consiste num processo de desconstrução seguido de construção. Para fazer é preciso sentir, conhecer e experimentar, numa tentativa de concretizar o que sentimos.

O olhar é muito valorizado em nossos exercícios, o sentir e a linguagem popular e tosca se necessário para se fazer compreender.

1º dia: Fomos convidados a perceber o próximo, em duplas, ouvimos o relato de uma situação da vida do outro que deveria ser contado com o máximo de detalhes possíveis e fidelidade nos acontecimentos para uma terceira pessoa.

2º dia: Foi proposto um exercício onde foi necessário a confiança e o relaxamento, neste mesmo exercício foi estimulada a percepção dos cinco sentidos e buscar compreender a razão das emoções que sentimos durante as atividades.

3º dia: Percepção física de todas as partes do corpo.

Nos 4º e 5º dias foram propostos jogos e exercícios de ritmo e coordenação motora.

6º dia: Mais uma vez o corpo esteve em evidência com exercícios de alongamento seguido de relaxamento. Num outro momento através de breve interpretação dos alunos, foi discutido sobre a importância de tentar mensurar o sentimento para a interpretação e convencimento da platéia. Buscar em nosso ser o quanto temos deste personagem em nós mesmos.
O curso terá 04 meses de duração e como encerramento haverá uma apresentação com os participantes da oficina.
Está sendo muito interessante este processo de construção pelo qual estou passando, já que o de desconstrução foi inevitável.

sábado, 21 de agosto de 2010

Vinte e Nove - renato russo

Perdi vinte em vinte e nove amizades

Por conta de uma pedra em minhas mãos

Embriaguei morrendo vinte e nove vezes

Só aprendendo a viver sem você

Já que você não me quer mais

passei vinte e nove meses num navio

E vinte e nove dias na prisão

E aos vinte e nove com o retorno de saturno

Decidi começar a viver

Quando você deixou de me amar

Aprendi a perdoar e a pedir perdão

E vinte e nove anjos me saudaram

E tive vinte e nove amigos outra vez

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

The Riddle

Riddle é um passatempo on line pra NERD que eu adoro... hehehehehe
O jogo consiste numa seqüência de enígmas compostos por imagens e frases. Para resolvê-los às vezes é necessário fazer buscas pelo google, através de amigos ou comunidades do orkut. Para se dar bem é preciso ter raciocínio lógico e um conhecimento de mundo razoável (música, filmes, TV, internet).
Não se sabe ao certo a origem do jogo, mas pede-se aos participantes que não revelem as respostas e se manifestem somente através de dicas.
O riddle é um ótimo exercício para a mente, pois nos obriga à pensar, fugir do óbvio e buscar respostas em coisas simples, objetivas e diretas. Ele é composto por oito níveis: Desafio, Master's, Extreme, Supreme, Séries 1, O Segredo, Colisão e H. Scire. Eu completei o Desafio e empaquei na fase 25 do Master's. Para passar de uma fase a outra, as respostas deverão ser corretamente acentuadas e digitadas todas em minúsculas. Segue o link. http://theriddle.vilabol.uol.com.br/riddle1/desafio.html

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Verônika decide morrer - livro/ filme

Dos livros do Paulo Coelho que já li, 'Verônika decide morrer' é o único que recomendo, além de 'O alquimista'.
Amado por uns e odiado por outros, atualmente o autor ocupa lugar na Academia Brasileira de Letras (ABL) e está entre os autores brasileiros mais lidos do mundo.
Rescentemente assiti o filme com o mesmo título de uma de suas obras e confesso que me frustrei.
O filme é monótono e não explora a complexidade dos personagens a ponto de alguns passarem quase despercebidos.
O livro traz uma refelxão sobre a loucura e a lucidez (clichê, mas de maneira atraente) e o tema é trabalhado em cima das razões de internação dos pacientes de uma clínica psiquiátrica.
Lógico que não vou exigir que um filme seja fiel a todos os detalhes de um livro, mas neste caso a abordagem foi superficial demais.
Se já leu o livro (eu recomendo), assista ao filme e tire suas conclusões. Se não o leu, nem perca tempo de assistir ao filme que irá dormir na frente da TV.

Níquel Náusea

... pra descontrair um pouquinho!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Dia de São Devoluto

Todo final de ano, período de mudanças e revisão de valores, costumo celebrar o dia de São Devoluto.
Na verdade, não sei se este santo existe (procurei no google e não há nada que comprove sua existência), mas é uma maneira bem humorada e divertida que encontrei para devolver os milhares de itens que emprestei de conhecidos e amigos no decorrer do ano.
Pego uma caixa de papelão e saio revirando gavetas e armários em busca de livros, CDs, objetos e roupas que não me pertencem, a cada item encontrado vou etiquetando com o nome do real dono.
Assim que considerar tal expedição terminada monto um roteiro e saio para as "visitinhas de final de ano".
Lógico que este ritual não é tão complexo como descrevi, é fácil e divertido de fazer e pelo menos assim não fico com fama de que não devolvo as coisas que empresto hehehehhehe.
Outro hábito que estou tentando desenvolver é o da cultura do desapego, ou seja, descartar ou passar pra frente coisas que há muito não uso ou não são tão relevantes em meu dia a dia. Velhos extratos bancários, contas pagas, cartas de antigos amores, roupas e objetos que não uso há mais de dois anos (esse prazo pode diminuir hehehe) etc.
Estou tentando fazer isso também com meus sentimentos, descartando mágoas, rescentimentos, raiva, falta de perdão e tristezas, reciclando sentimentos bons e trocando experiências.
É preciso abrir espaço e dar oportunidade de que novas coisas aconteçam em nossa vida.
Que venha 2010!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Só pra descontrair...

Moisés disse: “A LEI é tudo.”
Jesus disse: “O AMOR é tudo.”
Marx disse: “O DINHEIRO é tudo.”
Freud disse: A SEXUALIDADE é tudo.”
e finalmente Einstein disse: “TUDO é RELATIVO .”
(Humor judaico)